terça-feira, 13 de março de 2012

The Employment

Submersos nessa eterna lassidão, não nos damos mais conta do que temos feito, e do que a sociedade tem feito de nós. Simplesmente seguimos.
Quando foi que viver deixou de ser mistério e brisa, e passou a ser rotina e sufoco?
Quero mais sons e menos barulhos.

4 comentários:

Vanessa disse...

Adorei o post! tá bem assim mesmo... a gente já nem percebe!

beijocas

Edna disse...

...Os sons do silêncio: um devaneio poético...
Estou num momento muito reflexivo... rsrsrss

Muito interessante esse curta Cris!!
Realmente com a vida agitada que vivemos, nem percebemos os sons...

Ju disse...

Genial Cris!
é verdade, o tempo passa e a gente nem percebe que tudo ficou automático, sem graça! precisamos de mais sons e de mais cores também =)

Geisy Nunes disse...

Obrigada, Cris. Esse é o tipo de "ACORDA!!!" que eu estava precisando.
Sinceramente, impossível assistir e não sair angustiado. Na cena final, quando se deita para ser, literalmente, pisado pelos outros... quis chorar. Quis chorar porque sei: quantas vezes eu não faço o mesmo. Não Viver mas simplesmente sobreviver... Porque o sol nasce e se poe não importa o que façamos, daí começamos a pensar "pra quê?". Esse é um pensamento perigoso, é aí que desperdiçamos um tempo valioso da nossa vida. E o tempo não volta, nunca.
Não lembro quem (filósofo, suponho, dizia que o homem é temporal. Com o tempo construímos quem somos, seja isso bom ou ruim. Cada segundo é valioso para determinar quem somos. Por isso choro, pensando quantos minutos não gastei me fazendo um estático homem-tapete...